Veja o obituário do Grande ABC deste dia 10 de julho de 2026

Quem são os falecidos deste dia?

No dia 10 de julho de 2026, vários cidadãos da região do Grande ABC partiram, deixando um legado de memórias e histórias. Abaixo, apresentamos uma breve homenagem a algumas dessas pessoas, destacando suas vidas e a marca que deixaram em suas comunidades.

Ademir Medici: uma vida repleta de memórias

Ademir Medici foi um residente admirado na região, conhecido por sua sabedoria e bondade. Ao longo de sua vida, Ademir fez amigos com facilidade e sempre teve um sorriso no rosto, mesmo diante dos desafios. Seu amor pela família e pelas tradições locais o tornaram uma figura central em sua comunidade, onde todos se lembram dele como um exemplo de integridade e carinho.

Isabel Brancatti Rocca: legado familiar e amoroso

Aos 94 anos, Isabel Brancatti Rocca, natural de Piracicaba, fez de Santo André o seu lar, deixando uma marca indelével na vida de todos que a conheceram. Isabel era uma matriarca admirável, e seu legado familiar é repleto de histórias de amor e união. Sua capacidade de reunir a família em momentos especiais é um testemunho do verdadeiro significado dos laços familiares.

obituário

Milton José da Silva: um pilar para muitos

Milton José da Silva, com 94 anos, originário de Joaíma, Minas Gerais, foi uma verdadeira referência de força e resiliência para aqueles que tiveram a sorte de cruzar seu caminho. Milton residia no Jardim da Conquista e sempre ajudou os outros com um espírito alegre. Seu trabalho e dedicação à comunidade são lembrados com carinho.



Doralice Cremasco de Oliveira: lembranças de Leme

Nascida em Leme, Doralice Cremasco de Oliveira, aos 90 anos, trouxe cor e vida aos dias de quem a cercava. Moradora de Santo André, seu amor pela cidade era evidente em cada conversa que tinha. Ela sempre estava disposta a ouvir e compartilhar histórias, fazendo com que as memórias de sua vida se entrelaçassem com as de seus amigos e familiares.



Harco Takigami: raízes e história de Ribeirão Preto

Harco Takigami, natural de Ribeirão Preto, viveu 88 anos com uma paixão genuína pela arte e cultura. Ele era conhecido por sua sabedoria sobre a história local, compartilhando ensinamentos com os mais jovens e recebendo respeito em retorno. Harco se torna uma lenda viva entre aqueles que reconheceram o valor de suas contribuições.

Manoel do Carmo: um exemplo de vida simples

Com 84 anos, Manoel do Carmo, de Getulina, era um exemplo de simplicidade e humildade. Residente de Santo André, ele era um amigo leal e sempre estava presente para aqueles que precisavam. Sua visão da vida, centrada em valores como a amizade e a honestidade, inspirou muitos a seguir seus passos.

Dulce de Oliveira Barboza: um coração generoso

Dulce de Oliveira Barboza, natural de Assis, trouxe alegria e generosidade a todos ao seu redor até os 80 anos. Seu tempo em Diadema foi marcado por suas obras de caridade e seu esforço em ajudar a comunidade. Dulce é lembrada por seus gestos bondosos que iluminaram muitos caminhos.

Zenaide Deo: sua beleza permanece em nossas lembranças

Zenaide Deo, aos 79 anos, era natural de Onda Verde e residia em Santo André. Sua beleza interior e exterior tocou a vida de muitos. Ela sempre foi uma fonte de energia positiva, e suas lembranças são uma luz que continuará a brilhar nas mentes de quem a conheceu.

José Batista Filho: um amigo sempre presente

José Batista Filho, de 74 anos, nascido em Barbacena, era um amigo constante para muitos em Santo André. Ele tinha uma habilidade natural de fazer com que todos se sentissem especiais e queridos. Sua presença sempre foi um conforto e um apoio, onde quer que fosse.

Legado deixado pela comunidade

A morte de cada um desses indivíduos ressoa profundamente nas comunidades que deixaram para trás. Cada um deles trouxe consigo memórias, lições e histórias que serão transmitidas de geração em geração. As velas que queimam em homenagem a eles refletem não apenas suas vidas, mas também a luz que trouxeram àqueles ao seu redor.





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